A promessa do retorno do filho do homem
João 14: 1-3 - Nós nascemos e vivemos, e temos algumas convicções (razões ou certezas) que muitas vezes norteia nosso caminhar. E uma das certezas é o a morte, nascemos, vivemos e temos a certeza da morte, certeza esta que não pode ser anulada, é o que crê o mundo. Porém a certeza da morte já não é tão certa para aqueles que aguardam o retorno do Filho do Homem.
A palavra de Deus nos traz inumeras promessas a respeito da volta de Jesus. Quando também nos promete que, nós o que cremos, nos encontraremos com Ele nas nuvens (1 Tss 4:15-17; 1Co 15:51-57).
Ao examinarmos as Escrituras Sagradas, e focarmos nossas atenções para os últimos acontecimentos de nossa geração, verificaremos que todos os sinais a respeito do retorno do Senhor Jesus para buscar sua Igreja, como também dos últimos dias, já se cumpriu ou está se cumprindo. Basta analisar Mt 24: 3-14, todas as profecias desta passagem se cumpriram na íntegra, algumas estão se cumprindo. Provas infalíveis da veracidade das promessas.
Entretanto há aqueles que não crêem, por isso duvidam que Jesus voltará. Há também que até crêem, no entanto não para agora.
Há de ressaltar um detalhe com relação a este assunto, detalhe dito pelo Senhor Jesus, autor das promessas, em que sua volta pegaria muitos de surpresa, por não atentar para os cumprimentos dos sinais, e por viver uma vida dissoluta.
Existe um grupo de pessoas que se intitulam servos de Deus, mas o negam com obras abomináveis. Sobre esse grupo de pessoas, escreveu o Apostolo Pedro em sua 2ª carta, “sabendo primeiro isto: Que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação”. 2 Pe 3: 3,4.
Contudo há um versículo que nos chama a atenção, em meio a um discurso escrito pelo Apóstolo Pedro sobre a incredulidade de alguns. O verso 8 ressalta como que fora de contexto no seio da descritiva, “Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos é como um dia”. Diante deste verso que Pedro faz questão de salientar chamando nossa atenção, “Amados não ignoreis uma coisa...”.
Ao examinar as Escrituras nos deparamos com a mesma postura apresentada por alguns fariseus e saduceus, que quiseram tenta o Senhor Jesus, lhe pedindo um sinal do céu, Mt 16: 1-4, porém o mais interessante desta conversa foi à resposta dita por Jesus no verso 4, “Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do Profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-se”.
Apesar de Jesus não ter pronunciado, podemos crer que o sinal do Profeta Jonas foi um sinal do céu.
Vejamos, quantos dias Jonas, o Profeta, ficou no ventre do Grande Peixe? Três dias, porque? Por que assim aprouve a Deus, para o corrigir, porquanto Jonas se desviara do propósito de Deus, que tinha planos para salvar os Ninivitas.
O mesmo sinal foi da do na ocasião da morte do Senhor e Salvador Jesus Cristo, estando Ele três dias no seio da terra, não como Jonas que foi desobediente, no entanto o Senhor Jesus foi obediente até a morte e morte de cruz ( Fp 2:8 ) porém, a obra salvadora foi realizada, contudo com proporções universais, pois Cristo não salvou apenas uma cidade, mas toda a humanidade que se arrepender como os Ninivitas.
Notemos que este sinal do céu, o do Profeta se manifesta para a salvação do pecador arrependido.
Façamos agora, uma analogia com o que o Apóstolo Pedro escreveu inspirado pelo Espírito de Deus, pois o verso 9 de 2 Pe 3, transmite o propósito do verso 8, obra salvadora do Senhor Jesus.
Abalizemos, um dia é como mil anos e mil anos como um dia.
Observação: Jesus veio ao mundo para salvar o pecador arrependido ( Jo 3:16).
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Do ano 1 até o ano 1.000, passaram-se 1.000 anos, ou seja, 1 dia do sinal do Profeta Jonas;
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Do ano 1.001 até o ano 2.000, passaram-se mais 1.000 ou então 2.000 passados, ou seja, dos dias do sinal do céu.
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Do ano 2.001 até o ano 3.000, mais 1.000 anos.
Porém não podemos deixar passar desapercebido, o seguinte fato, de que o Senhor Jesus ressucitou na madrugada do terceiro dia.
O Senhor foi crucificado às 09:00 hs (hora terceira), e morto as 15:00 hs (hora nona), e tinha que ser sepultado antes dás 18:00 hs, pois neste horário inicia-se o sábado judaico, em que não se podia fazer nenhum trabalho.
Jesus foi sepultado na sexta-feira, e ressucitou no domingo. Lembremos, quando as mulheres foram ao sepulcro levando as especiarias, de manhã bem cedo, já não encontraram o corpo do mestre. A L E L U I A! JESUS CRISTO RESSUCITOU, na madrugada do terceiro dia.
Conforme o sinal do céu (o do Profeta Jonas). Vivendo o início do terceiro milênio, conclui-se que estamos na madrugada do terceiro dia.
È importante mencionar, que nós não temos autoridade da parte de Deus, para calcular a hora nem o dia da volta do Filho de Deus, no entanto ao examinar as escrituras, o Espírito Santo nos alerta que a volta do Senhor Jesus Cristo está mais perto do que muitos imaginam. Por isso temos que viver como se Jesus Cristo voltasse ainda hoje, amém.


